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Crítica | Livro: Gritos de Uma Mente Doentia

“Se você realmente acredita que o mundo é um arco-íris cercado de unicórnios cor-de-rosa, desculpe, eu irei te decepcionar.”

— Gustavo Paiva

Essa frase que logo nos é apresentada na sinopse do livro Gritos De Uma Mente Doentia fez com que eu repensasse muitas coisas, e que enxergasse algumas outras de forma diferente. Acredito que muitas pessoas enxergam o terror somente como uma carnificina desajeitada, onde em todas as páginas devemos encontrar personagens mortos, não que a morte não seja algo muito conhecido no terror, porém neste livro a morte é um livramento, e Gustavo Paiva nem sempre concede este presente a seus personagens que compõe este livro assustador.

Senti todos os tipos de sentimentos possíveis ao ler essa obra, mas mexendo os palitos entre cada um deles, nenhum se chama felicidade, muito pelo contrario, senti o verdadeiro desconforto ao ler cada um desses contos, alguns me apresentavam uma sensação diferente, ranço e ódio, já outros pude sentir sendo observado no escuro de meu quarto enquanto meu único acompanhante era o som de um ventilador, a minha única companhia de todas as noites… Que eu saiba.

Neste livro podemos ver do que nos Humanos somos capazes, vingança, rancor, relacionamentos abusivos, preconceito… Cada conto muito bem trabalhado pelo autor, que com maestria fez com que eu roesse cada Cotoco de unha que agora resta em meus dedos.

Gustavo Paiva compõe o livro em cinco contos, recheados de tensão e maldade Humana, a mesma é quase palpável ao ponto que cada conto vai sendo lido pelo leitor. E são eles: Filho único/Fio, se suncê pricizá…/Não precisava ser assim/O outro lado Suvenir.

Personagens bem construídos, cenários bastantes reais, nos levando para dentro de um livro onde a melancolia se torna a única companheira durante a leitura de Gritos De Uma Mente Doentia.

Não irei dar detalhes sobre nenhum dos contos, deixarei que vocês leiam e sintam exatamente o que senti… A sensação de estar lendo algo proibido, algo que não deveria estar sendo folheado e quando terminar, faça um favor, repasse este livro, para que outra mente conheça do que nos Humanos, somos capazes… E neste momento, minha mente Grita por socorro.  

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Sinopse:

Se você realmente acredita que o mundo é um arco-íris cercado de unicórnios cor-de-rosa, desculpe, eu irei te decepcionar. O mundo é uma cova rasa onde a mão do cadáver fica exposta para que, quem tiver coragem de prestar atenção, possa ver todos os estágios da decomposição. Venha comigo, vou te levar onde nunca te deixaram ir. Te mostrarei a crueldade humana das mais variadas formas. De antemão te aviso: não adianta tapar os ouvidos, eu gritarei dentro da sua cabeça.

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Catarse | Universo Insensati chega aos baralhos de Tarot

Depois do livro “Dito Pelo Não Dito” e “Não Dito Pelo Dito” (final alternativo da mesma história), ambos trazendo ilustrações de cartas de Tarot, Rodrigo Ortiz Vinholo e Pedro Hutsch Balboni voltam ao Catarse com o próximo passo do universo Insensati: o Tarot Insensati.

Desde o primeiro projeto, uma fantasia urbana envolvendo vários autores nacionais, as obras contaram com ilustrações do artista macapaense Igum Djorge, que colocou seu estilo surreal para reinterpretar as cartas do Tarot Rider Waite, respeitando sua simbologia.

A nova campanha trará pela primeira vez o baralho completo, além de recompensas que incluem os outros livros que compõe o universo, camisetas e artes originais.

As 78 cartas terão o formato 7 x 12 cm em papel cartão triplex 300g laminado (BOPP). As ilustrações são trabalhadas em nanquim e aquarela, e os três maiores apoios ao projeto receberão uma arte original em Preto e Branco.

O primeiro projeto do universo Insensati foi contemplado pelo prêmio Brasil Criativo em 2016, iniciativa do ProjectHub com o Catarse, e o livro “Dito Pelo Não Dito” foi distribuído para diversas bibliotecas do país. Depois do projeto do Tarot, os autores pretendem dar sequência em outras obras relacionadas.

A campanha para financiamento coletivo ficará no ar até 18 de outubro neste endereço:

Link para o Catarse – Tarot Insensati

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Geekspace | Uma livro-aula de sustentabilidade com um Duende Ecológico

Olá leitores da Geekstart!
Sou Léo Valença, cartunista carioca e apresento para vocês o livro do duende Lucas,o meu personagem ecológico, que se dedica a transmitir a educação ambiental de uma forma leve e divertida.
O livro “Passatempos Ecológicos do Lucas” além de ensinar ecologia às crianças, também difunde a sustentabilidade na hora da compra do livro. Ele  é publicado pelo sistema PoD, Print On Demand, ou seja, você encomenda seu livro pelo site da editora, e só depois disso ele é impresso. Com isso, nada de estoques parados nem de desperdício de papel. Dessa forma, a impressão sob demanda usa os recursos naturais de forma racional e inteligente, contribuindo para garantir a médio e longo prazo um planeta melhor. É a economia aliada à praticidade e à consciência ecológica.
O livro usa o recurso lúdico para despertar a consciência ambiental do público infantil. Lucas é um duende ecológico que busca sensibilizar as crianças e jovens para que adotem atitudes corretas em relação às questões do meio ambiente, da sustentabilidade e uma vida mais saudável.
Este é o segundo livro do personagem título pois, em 2012, o autor e cartunista Léo Valença lançou o “Almanaque Ecológico do Lucas”. Assim como o primeiro, o livro “Passatempos Ecológicos do Lucas” chama a atenção da sustentabilidade de nosso planeta de uma maneira divertida e interessante. O livro incentiva práticas que conscientizam sobre a importância da preservação ambiental através de jogos educativos como caça-palavras, testes, cartuns, quadrinhos, curiosidades e muitas brincadeiras ecológicas.

Entre os fatores que contribuem para os problemas ambientais enfrentados nos últimos tempos, pode-se destacar a ação do homem, atuando de forma negativa no ambiente natural.

Diante desse fato, faz-se necessário a criação de estratégias para minimizá-la, como a educação ambiental, visando à formação de cidadãos preocupados com a natureza, partindo do princípio de que é preciso conhecer para preservar. Entre as diversas ferramentas que podem ser utilizadas, existem os jogos educativos, destinados principalmente a crianças, para que cresçam atentas à preservação do meio ambiente. A melhor maneira de educar é através de uma experiência atrativa e prazerosa, ou seja, com base nos conceitos de edutainment, que combina educação com entretenimento.

Essa é a proposta do livro “Passatempos Ecológicos do Lucas”, que usa o recurso lúdico para despertar a consciência ambiental do público infantil. Lucas é um duende ecológico que busca sensibilizar as crianças e jovens para que adotem atitudes corretas em relação às questões do meio ambiente, da sustentabilidade e uma vida mais saudável.

Assim como o primeiro, o livro “Passatempos Ecológicos do Lucas” chama a atenção da sustentabilidade de nosso planeta de uma maneira divertida e interessante.

Compre o livro no site da editora

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GeekSpace | Clube do Livro: Leia Mulheres

Por muito tempo, mulheres leitoras não eram vistas com bons olhos. Escritoras, então, nem pensar! Muitas foram as autoras que tiveram que usar pseudônimos para poderem ter seus livros publicados. Hoje em dia, isso mudou. 
Para 2014 a escritora Joanna Walsh propôs o projeto #readwomen2014 (#leiamulheres2014) que consistia basicamente em ler mais escritoras. O mercado editorial ainda é muito restrito e as mulheres não possuem tanta visibilidade, por isso a importância desse projeto.
As mulheres vêm conquistando números cada vez maiores em vendas de livros, e entre os exemplos figuram nomes como Jane Austen, Virginia Woolf, Agatha Christie e JK Rowling.
E se você pudesse descobrir mais sobre o trabalho de autoras e discutir sobre isto em um clube do livro? Em várias cidades do Brasil isso já está acontecendo!
Em Nova Iguaçu, por exemplo, os encontros do clube Leia Mulheres acontecem todo segundo sábado do mês (salvo algum imprevisto) na casa da Cultura Sylvio Monteiro. O projeto é novo, mas é um incentivo à cultura na região de forma totalmente livre de custos para os participantes e de ganhos para as organizadoras.
O último encontro abordou o livro Razão e Sensibilidade, de Jane Austen. Segundo a mediadora Débora Marinho, a discussão foi sobre “não existirem casamentos por amor à época e sobre o casamento ser a única saída das mulheres, já que, elas não podiam herdar terras e se não estivessem casadas se viam sem perspectiva na vida e como Austen denúncia isso em seus livros“.
No próximo encontro, dia 27 de outubro, desta vez na Livraria Nobel de Nova Iguaçu, a discussão será sobre o livro de Margaret Atwood, O Conto da Aia, que originou a série de mesmo nome.
Saiba mais sobre o projeto nas páginas do Instagram e do Facebook.
Confira também as outras cidades do país em que o Leia Mulheres ocorre.
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Catarse | HQ : Artemísia – O Muiraquitã Original

Com lançamento previsto para dezembro, na CCXP 2018, Artemísia é a HQ de estreia de Wesllei Manoel, Ton Lima e Francélia Pereira no universo da Nona Arte Nacional independente.

A HQ é baseada na Light Novel Habitantes do Cosmos, de Francélia, com roteiro da autora e do Ton, artista que empresta seu talento a essa obra e tem seu trabalho abrilhantado pelas cores, incríveis, de Wesllei.



Sobre a trama

A história se passa em um futuro distante, contexto que abriga uma humanidade já sem esperança, após ter que migrar pelo Sistema Solar criando colônias no Espaço em nome da sobrevivência.

As colônias, e planetas habitados, se organizam em torno de um governo centralizado, mas as distâncias dificultam as tentativas desse Governo de manter a ordem, o que gera uma demanda por guerreiros mercenários, para controlar as rebeliões constantes. Dentre os mercenários uma guerreira se destaca, Artemísia, uma jovem que nasceu em uma sociedade isolada do resto da humanidade, onde os homens eram criados para se tornar guerreiros respeitados em todo o Sistema.

Após ser sequestrada em sua terra natal, ainda na infância, Artemísia teve que sobreviver nas ruas, antes de encontrar uma Casa Mercenária que a acolhesse. Já na fase adulta, período em que sua fama de guerreira temida já havia se espalhado por todo o Sistema, Artemísia sai em busca de autoconhecimento, é nessa fase que ela se torna discípula de alguns sábios do Sistema. Também é nessa época que a mercenária descobre, em um episódio dramático, que seu DNA guarda a herança genética das lendárias Icamiabas, guerreiras que habitaram a Amazônia em um período mítico.

Do seu último mestre, Artemísia herdou a busca pelo Muiraquitã Original, uma pedra sagrada que, segundo a lenda, garantiria o dom da eternidade a quem a encontrasse. É essa busca que será apresentada na HQ; o primeiro volume conta com dois capítulos, de aproximadamente vinte páginas cada.

Artemísia é uma história cheia de ação, mitologia, lendas… contada através de quadros com uma arte incrível e inspiradora.

A Light Novel pode ser lida, de graça, na Amazon ou na Saikai Skan. Mas não espere o mesmo ritmo da LN na HQ, pois a autora garantiu que deixou grande parte da ação para os Quadrinhos! 😉

A revista está em campanha no Catarse no link Artemísia – volume 1.

FICHA TÉCNICA

TÍTULO: Artemísia – O Muiraquitã Original

HISTÓRIA: Francélia Pereira

ROTEIRO: Francélia Pereira e Ton Lima

ARTE: Ton Lima

CORES: Wesllei Manoel

 

SOBRE A EQUIPE

FRANCÉLIA PEREIRA é mineira, de Belo Horizonte. Sempre foi fã de Quadrinhos e Cultura Pop em geral. É autora da série Habitantes do Cosmos, que já conta com três volumes publicados. Entre os projetos da autora estão também Kûara e Marana, dois livros de contos que apresentam heróis nacionais.

TON LIMA é goiano, formado em ciências econômicas e é artista de quadrinhos (isso faz sentido na cabeça dele). Trabalha como quadrinista e ilustrador, inclusive ilustrou as light novels da série Habitantes do Cosmos. Atualmente está finalizando uma série de quadrinhos, Category Zero, a ser lançado no final de 2018 pela Scout Comics.

WESLLEI MANOEL é pernambucano, formado em design gráfico e colorista. Atua em editoras americanas (Dynamite e Boom!) e europeias (Amigo). Entre esses trabalhos está a revista Kiss annual e The Librarians, ambas para Dynamite, e a revista Titan para editora Amigo.

 

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Resenha: “Dentes de Dragão” é puro Crichton

Dentes de Dragão é puro Crichton …

Uma vida de escrita e pesquisa. Michael Crichton é um escritor completo.

 

Em 1876, no inóspito cenário do Oeste americano, os famosos paleontólogos e arquirrivais Othniel Marsh e Edwin Cope saqueiam o território à caça de fósseis de dinossauros. Ao mesmo tempo, vigiam, enganam e sabotam um ao outro numa batalha que entrará para a história como a Guerra dos Ossos. Para vencer uma aposta, o arrogante estudante de Yale William Johnson se junta à expedição de Marsh. A viagem corre bem, até que o paranoico paleontólogo se convence de que o jovem é um espião a serviço do inimigo e o abandona numa perigosa cidade. William, então, é forçado a se unir ao grupo de Cope e eles logo deparam com uma descoberta de proporções históricas. Mas junto com ela vêm grandes perigos, e a recém-adquirida resiliência de William será testada na luta para proteger seu esconderijo de alguns dos mais ardilosos indivíduos do Oeste.Com ritmo perfeito e enredo brilhante, Dentes de dragão é baseado na rivalidade entre personagens reais. Com uma pesquisa meticulosa e imaginação exuberante, será transformado em minissérie pelo canal National Geographic em parceria com a Amblin Television e a Sony Pictures.Michael Crichton, autor da obra que deu origem ao lendário filme Jurassic Park, volta ao campo da paleontologia neste livro recém-descoberto, uma aventura emocionante ambientada no Velho Oeste durante a era de ouro da caça a fósseis.”Um dos melhores romances de Crichton: perfeitamente elaborado, cientificamente instigante, absolutamente fascinante.” – Booklist

Como fã de Jurassic Park e o sucesso criado por Spielberg já era sabido que o anúncio da publicação de Dentes de Dragão me levaria a procura-lo pela Bienal de São Paulo. Michael Crichton criou algo que vai além dos dinossauros de Hammond mostrados na tela do cinema. Jurassic Park é um livro essencial para quem ama teoria do caos, tecnologia e é claro, dinossauros.

Quando li Jurassic Park pude me imaginar no calor da ilha Nublar na Costa Rica, os mosquitos zunindo e os sons estranhos que rodeavam Allan Grant e Hellen Satler. Naquela tarde a imagem dos braquiossauros se erguendo entre as árvores me fez arfar. Eu era só uma criança quando em 1993 a cena retratada no livro se tornava real a minha frente. Assumo que li o livro após ter visto o filme, mas não me julgue, eu tinha três anos e era só mais uma criança extasiada ao ver os raptores na cozinha ou o T-rex salvando o dia.

Obvio que existem incongruências na narrativa de Crichton, ao matar Ian Malcom na Ilha Sorna devido a tão famosa mordida de T-rex, no livro o matemático que narra a aventura e o divide em Iterações tão enigmáticas que nos faz querer ler ainda mais rápido e constatar que o caos instaurado não pode ser restaurado. Aqueles que sobrevivem no filme, no livro morrem e Ian Malcom é um deles, mas um deslize de Chricton, para sua infelicidade ou felicidade dos fãs, fez reviver Ian Malcom com uma cartada quase que imperceptível.

Salvo por um segundo grupo, o corpo de Malcom delirante de morfina é levado para longe de Nublar e se recuperava na Costa Rica, onde encontra Sara Harding e o relacionamento se inicia. Mas não estou aqui para falar de Jurassic Park, mas sim de algo que me impressiona.

John Michael Crichton nascido em Chicago no dia 23 de outubro de 1942, foi um autorroteiristadiretor de cinemaprodutor e ex-médico estadunidense mais conhecido por seu trabalho nos gêneros de ficção científica, ficção médica e thriller.

Seus livros já venderam mais de 200 milhões de cópias em todo o mundo e muitos foram adaptados em filmes. Em 1994, Crichton tornou-se o único artista criativo a ter obras simultâneas no topo da televisão (ER), cinema (Jurassic Park) e vendas de livros (Disclosure) dos Estados Unidos.

Seu gênero literário pode ser descrito como thriller tecnológico, que é, geralmente, a união de ação e de detalhes técnicos. Seus romances muitas vezes exploram a tecnologia e as falhas da interação humana com ela, especialmente resultando em catástrofes com biotecnologia. Jurassic Park é a prova de que não existem só dinossauros na história. Muitas das suas novelas têm termos médicos ou científicos, refletindo seu treino médico e científico — Crichton era formado em medicina pela Harvard Medical School.

Escreveu, entre outras obras:

The Andromeda Strain (1969),

Congo (1980),

Sphere (1987),

Travels (1988),

Jurassic Park (1990),

 Rising Sun (1992),

 Disclosure (1994),

The Lost World (1995),

 Airframe (1996),

 Timeline (1999),

Prey (2002),

State of Fear (2004),

 Next (2006, o último livro publicado antes de sua morte),

Pirate Latitudes (2009), um techno-thriller incompleto, Micro, que foi publicado em novembro de 2011, e Dragon Teeth, um romance histórico ambientado durante a “guerra dos ossos“, que foi publicado em todo o mundo em maio de 2017. Crichton faleceu no dia 5 de novembro de 2008 de câncer.

Voltar a ler Crichton depois de anos, prestes a completar dez anos de sua partida e me deparar com uma obra inédita póstuma e que mesmo que sobre ossos, fala de dinossauros, me faz lembrar de uma criança que ainda sem entender, tornava-se fã destes animais sonhando em um dia conhecer Nublar, ou Sorna (sem o Spino) que apesar de roubar a cena na franquia Jurassic Park, não é citado nos livros, quem rouba a cena são os Carnotaurus e sua habilidade de se camuflar, tal qual os camaleões fazem com maestria.

Dentes de Dragão nos envolve em fatos reais, uma guerra que ocorreu no Oeste envolvendo a ganancia e loura de pesquisadores que buscavam a fama, deparando-se com problemas e descobertas grandiosas, uma guerra que chegou aos tribunais dos Estados Unidos. O Livro se tornará série pela National Geographic em parceria com a Amblim Television e a Sony Pictures, o original foi descoberto pela sua esposa após sua morte que o classificou com o que iniciei este artigo: Puro Crichton.