GeekView | Power Rangers: A nostalgia morfou para o sucesso

A repercussão de “Power Rangers O Filme” felizmente superou até as otimistas expectativas. Ver os sites falando bem do filme e principalmente o público, dizendo que gostaram e se surpreenderam foi muito satisfatório para mim, porque ao meu ver, isso é o espírito de Power Rangers. Desde o primeiro episódio da série até esse filme. É isso de superar adversidades, e no longa de 2017 isso é ainda mais explícito e extremamente poderoso.

Como funcionou Power Rangers nas telonas em pleno 2017?

Desde os primeiros segundos que são de cair o queixo, somos mergulhados num enredo magistral e direção concisa de Dean Israelite, que faz o melhor filme de origem dos últimos tempos. Os personagens? O desenvolvimento deles é o ponto alto da narrativa. Incrível ver que gostaríamos tanto de ver o lado humano, antes de serem e até mesmo após saberem que são rangers. Diferente de muitas temporadas da série, os tais merecedores são caras sem espaço na sociedade, que estão sem perspectiva nenhuma na vida e com a preocupação na situação do próximo enxergam seu destino divergir da mesmice. Essa mensagem é poderosa demais, afinal esse é o maior poder que a saga desde sempre ofereceu a mim e a todos fãs, mas não esperava que isso fosse me tocar novamente e me ensinar coisas novas.

Todos os coadjuvantes se encaixaram na trama de forma tão boa, desde os pais dos rangers ao trio Alpha 5 (Bill Hader), Zordon (Bryan Cranston) e Rita Repulsa (Elisabeth Banks). Reinventar personagens tão icônicos foi desafiador apesar de não ter sido unânime foram competentes principalmente na criação de uma nova identidade aos personagens. É inacreditável que Bryan Cranston consiga impor tanta coisa, através de suas expressões faciais e Rita Repulsa…ah! Rita… você foi a vilã que esse filme precisava: boa de luta, caricata e assustadora e ainda tem os seus porquês bem esclarecidos.

Hora de Morfar Chegou!

Ao fim da exibição e dias após temos uma empolgação concreta e a possibilidade real de continuações  para saga nas telonas. Sendo assim, ao assistir essas 2h10 de origem de universo cinematográfico temos o que todo a franquia e o legado ranger precisa para morfar toda expectativa em sucesso: a diversão de sempre, um drama inesperado, uma ação efetiva, ‘Zords’ fenomenais, pinceladas de thriller e a tão esperada nostalgia recheada de referências ao mundo Ranger e mundo pop também como forma de reafirmar e recolocar o nome de Power Rangers no hall de grandes franquias, nesse retorno em grande estilo, num longa que até em preto e branco jamais perderá seu colorido.

GEEKINDIK – Indicações Super Mega Ultra Recomendadas para quem curtiu muito o filme ou quer ver algo parecido ou simplesmente ainda quer ver mais:

Projeto Almanaque – Filme com a mesma vibe, 5 jovens com um objetivo e do brilhante diretor do filme Dean Israelite. Muitas semelhanças de filmagem, edição e mais uma divertida aventura pra conta desse diretor que todo fã dos Rangers já ‘considera pakas’.

Eu, Você e a Garota que vai morrer – Além da drama adolescente ser muito envolvente, Rj Cyler, o nosso novo Billy (Ranger azul) é um coadjuvante espetacular (de novo) e assim como em ‘Power Rangers O Filme’ rouba a cena agora no papel de ‘Earl’.

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