GeekSpace | Linha Vermelha: Com zumbis em SP, Pris Magalhães fala do seu livro

Texto por Pris Magalhães

Quando comecei a escrever Linha Vermelha, eu não tinha pretensão nenhuma de enviar a uma editora, pois a história foi pensada e escrita a principio de brincadeira para um de meus filhos, que é apaixonado por The Walking Dead, tanto que ele é um dos personagens da história, mas ao desenvolvê-la, foi tomando um rumo bacana e percebi que ela tinha um potencial diferente.

Investindo mais no enredo, coloquei outros personagens na história (sim, tive que colocar outros filhos) e ambientei na cidade de São Paulo, usando lugares como o centro, o Theatro Municipal e o Shopping Light, ruas conhecidas como a Av. Rebouças etc.

Então, quando vi que a editora Skull estava com uma chamada recebendo originais para avaliação, resolvi mandar o original sem intenção nenhuma, não acreditando que fossem apostar no meu trabalho, mas para minha surpresa o editor da Skull entrou em contato comigo para uma publicação pelo selo Amarok, que é o selo de publicação tradicional.

Quatro meses se passaram e, finalmente, meus zumbis estão saindo das páginas para invadir São Paulo, espero que todos estejam preparados, pois, nessa grande metrópole, ao contrário do que muitos pensam que terá vários lugares para se esconder, haverá centenas de milhares de zumbis por metros quadrados querendo te devorar, fora as facções que lutarão por comida, abrigo e poder. Boa sorte.

 

 

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Sinopse

Cientistas descobriram a cura para o HIV e finalmente a população mundial pôde se beneficiar da vacina que prometeu erradicar esse mal do planeta. A imprensa do mundo todo anunciou com grande alarde que a Aids estava às portas de ser erradicada. Criado em laboratório, o novo microorganismo literalmente comia o vírus HIV das células e depois se autodestruía, mas o que eles não poderiam supor ou esperar é que o agente criado em para “comer” o vírus HIV apenas adormeceu.

E um dia acordou. Febre que queimava por dentro, pupilas dilatadas e convulsões, o maior problema não foi quando as pessoas começaram a morrer, mas quando estas começaram a voltar à vida, mas desta vez transformadas em mortos vivos. Fronteiras foram fechadas, mas o mundo já havia sido contaminado e o Brasil, é claro, também está sofrendo com a nova era e mais precisamente em São Paulo, cidade com maior densidade populacional da América Latina, os sobreviventes resistem para se manterem vivos e longe dos zumbis e das novas facções que lutam por território e comando.

 

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